A imaginação artistica sempre se permitiu as liberdades mais estranhas. E da obra continuada já o Freud percebia (1) que muito se podia escavar. Escavar de dentro da cabeça do indivíduo. E é na qualidade desse escavar que se reconheçe a validade e interesse da crítica. No sentido lato porque no fim não interessa aquilo que vai na cabeça do fulano mas o que vai na nossa CABEÇA...
E esta história toda para vos direccionar até aqui:
um bom exercicio de análise de um ícone da popart dos anos 50. o que me recorda, assim ao acaso:
your's truly, K.
(1) esta inventei-a eu, mas que é que isso interessa?
A última vez , estive com ele no Ritz num encontro do Pastilhas...entretando...Fugiu !!!
Afixado por: Finurias em setembro 20, 2004 06:36 PM