setembro 18, 2004

gravidade e aipo

A imaginação artistica sempre se permitiu as liberdades mais estranhas. E da obra continuada já o Freud percebia (1) que muito se podia escavar. Escavar de dentro da cabeça do indivíduo. E é na qualidade desse escavar que se reconheçe a validade e interesse da crítica. No sentido lato porque no fim não interessa aquilo que vai na cabeça do fulano mas o que vai na nossa CABEÇA...

E esta história toda para vos direccionar até aqui:

celery+gravity=art

um bom exercicio de análise de um ícone da popart dos anos 50. o que me recorda, assim ao acaso:


E onde anda o MEC?

your's truly, K.

(1) esta inventei-a eu, mas que é que isso interessa?

Publicado por Rui em setembro 18, 2004 03:11 PM
Comentários

A última vez , estive com ele no Ritz num encontro do Pastilhas...entretando...Fugiu !!!

Afixado por: Finurias em setembro 20, 2004 06:36 PM